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Num momento as pessoas querem tudo! Dia 15 de Setembro encheram as ruas. Numa manifestãoção espontânea, comoafirmam e voltam a afirmar os reportares, e as pessoas; e sem ligações a partidos e a sindicatos e essas coisas. Todos juntos e unidos viemos para a rua. Palavra de ordem, e programa: “que se lixe a troika.”
Mas para atroika ser lixada é necessário que as suas políticas se lixem, não se concretizem e para que tal aconteça também é necessário que se lixe o PSD e CDS e quem mais apoia a troika, o PS. Acima de tudo é necessário que se lixe esta política.

Mas se a palavra de ordem fosse esta, que se lixe esta política, então talvez muitos do que vieram para rua hesitariam. É necessário não enganar ninguém: a luta deu muitas vezes resultados; muitas vezes esses resultados só surgiram décadas e décadas de lutas com diversas intensidades e ânimos. Por vezes foi-se conseguindo pequenas coisas e coisas maiores. Mas a persistência e o não desanimar se não se obtêm o resultado desejado logo é fundamental.

As transformações que ficaram não se fizeram com todos. As grandes empresas (EDP, PT, GALP, Grandes distribuidoras, etc. ) e seus gestores e quadros de topo não estão interessados em que se reverta a política deste Governo. E tudo farão para o impedir. Os partidos que apoiam a Troika, também não, e tudo farão para o impedir. Os trabalhadores, os estudantes, os pensionistas, o povo, enfim, necessita urgentemente de outra política, uma  de respeito por quem trabalha. Assim não é uma luta de todos. Mas de uns contra outros.

Por fim: não esgotemos as nossas forças num momento (em semanas). Vamos unir as vontades novamente dia 29 de Setembro vamos ao Terreiro do Paço.

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Here is the CGTP‘s assessment of the last troika evaluation.

The portrait presented to the country by the PSD-CDS government is a misleading one. It promises the return to growth already in 2013 – while the Bank of Portugal is still forecasting economic stagnation – following serious recession in the current year in which, with the imposition of successive sacrifices, the budgetary deficit will not be attained and public debt will continue to increase.
Despite the fact that interest rates of the debt titles are going down, the interest rates of 10 year obligations are still unacceptably high and subject to the “markets” speculation. Exports have maintained significant growth rates, but with less acceleration in the present year, while imports have fallen, due to lower purchasing power and drop of public and private investment. The message insists on cutting the external deficit, which means alleviating the need of funding the economy, without trying to assess if that is sustainable.
Therefore, a favourable scenario is being portrayed, in the precise moment in which the recession is deepening, unemployment grows yet again and more youngsters are leaving the country. This is serious,  not only because it is sowing illusions to try and lead to the acceptance of unfair sacrifices. September is a crucial month not just because there is another evaluation but also because the evaluation must be done in the light of what is being shown by the enforcement of austerity policies in several countries, including in Spain, but also of developments concerning the EU debt crisis. Besides being based on a wrong diagnosis, it is even more serious because the government has completely abdicated from its negotiating capacity.

enrich; impoverish: a tag in a Portuguese streeet