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Manifesto em defesa da Cultura associa-se ao movimento sindical no Dia de Indignação, Protesto e Luta, participando na manifestação que sairá do Largo do Camões em direcção à Assembleia da República, a partir das 10h00, e na acção político-cultural CULTURA EM LUTA, no Largo de S. Domingos (ao Rossio), das 18h30 às 20h30.

Nessa acção participam artistas e activistas. A sua lista estará em permanente actualização aqui.

APELO

«Vemos, ouvimos e lemos, sabemos e experimentamos na pele os efeitos destrutivos de uma política cega para o país e para a nossa cultura. Se não formos nós a denunciá-lo, agora, aqui, já não sobrará ninguém para o fazer. Não se trata apenas de salvar as nossas pequenas mas preciosas vidas, não se trata apenas de garantir o futuro dos jovens que agora partem por não encontrar lugar neste país para a sua energia, talento e trabalho. Trata-se de também da responsabilidade histórica indeclinável que nos cabe de defender a riqueza e o património de gerações inteiras, de vidas, de séculos. Da responsabilidade que temos em resistir a qualquer roubo, seja quando nos roubam o salário, o trabalho ou o futuro. Da responsabilidade que temos de lutar contra um orçamento de estado que mais uma vez vem cortar na cultura. De lutar por isso, por eles e por nós, com toda a gravidade e coragem.

 Dizemos que já tem tempo demais este caminho de desresponsabilização do Estado e destruição do serviço público de cultura que milhares de mulheres e homens asseguram. Dizemos que já são anos demais de negação do direito constitucional de acesso de todos à cultura, à criação e à fruição.

Nem na noite mais triste poderíamos abdicar do que é justo, do mínimo da lista dos precisos. Rejeitamos este Orçamento do Estado contra a cultura e dizemos que o justo e o preciso é 1% para a Cultura. Que é esta a nossa medida para os piores e os melhores momentos.

 Pelos direitos dos trabalhadores da Cultura, pelos direitos de todos os cidadãos, a luta tem de continuar!»

É verdade que sempre houve tsunamis, tufões, furações, terramotos e outras catástrofes. Daqui, Raposo, o estoriador, retira uma conclusão infundada. Mas essa é também a especialidade de Raposo, o estoriador. Além do mais tinha que escrever. 

O que o primeiro relatório do II Grupo de Trabalho do IPCC publicado à 23 anos referia e que o segundo relatório de 2005, o terceiro de 2001 e o quarto de 2007 consistentemente verificaram era a muito provável intensificação de fenómenos atmosféricos extremos: Mais frequentes e mais intensos. Também referiam que os danos seriam maiores devido à aglomeração da população em zonas costeiras e cada vez mais concentradas em grandes cidades.

 

O relatório do I Grupo de Trabalho do IPCC publicado este ano e o que se conhece do relatório do II Grupo de Trabalho que será publicado no início de 2014 é a confirmação destas previsões.