Estou a transbordar de fúria contra a política deste Governo relativa ao medicamento. Já não ando nada bem, mas nada bem mesmo com a política deste governo para a educação, os transportes, os salários, ou os serviços públicos. Mas ninguém no seu completo juizo que que pretenda o melhor para quem trabalha deve ter sentimentos positivos em relação a isto. 

No entanto a política do medicamento dá azo a afirmações – e muitas delas inocentes – contra os previlégios (das farmácias, das farmacêuticas das…). O facto é que os preços dos medicamentos desceram muito no preço ao consumidor. No entanto, nem as farmacêuticas são organizações caritativas nem as farmácias dependências governamentais. O lucro faz o negócio. Tiram as margens de lucro, e surgem ruturas: de stock, na distribuição, na rede de farmácias, etc. 

Não são as farmácias ou as farmacêuticas as responsáveis, mas a política irresponsável de Paulo Macedo, de PPC e deste Governo ( também de Sócrates, afinal) que leva a saúde a um tratamento populista.

Hoje andei o dia à procura, mais ou menos desesperado, de um medicamento que me permite um tratamento continuado, e cuja rutura no tratamento (de um dia que seja) acarreta problemas de saúde.

Estava esgotado nos armazéns. Por fim encontrei uma farmácia mais escondida onde havia um exemplar.

Mas estou absolutamente furioso com esta política.   

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