here we can read (in Portuguese)  an article of a former Union leader Américo Nunes, in which he uncovers the agenda and aims of that ones that telling uphold unions activity’s, try to destroy them.

Há algum tempo foi divulgado um apelo (1) subscrito por 60 pessoas que se apresentam como sindicalistas, cidadãos envolvidos em diferentes organizações e movimentos sociais, e cientistas sociais. De facto, 26 são sociólogos, professores das universidades de Lisboa, Coimbra e Braga, um padre, um advogado, seis elementos de associações apresentadas como movimentos sociais, e 18 dirigentes sindicais, alguns dos quais com quem trabalhei e por quem tenho estima no plano pessoal, mas de quem tenho de discordar quanto à estratégia que subscrevem na proposta de uma «nova agenda sindical», apresentada em contraposição implícita àquela que está a ser seguida pela CGTP-IN.

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